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terça-feira, 5 de junho de 2018

Porque desintoxicar o organismo?

Os sucos detox ajudam a emagrecer e limpar o organismo porque têm poucas calorias e são ricos em nutrientes que melhoram o funcionamento do intestino e do fígado. Além disso, esses sucos têm ação antioxidante, ajudando a fortalecer o sistema imunológico e são ricos em fibras, que melhoram o trânsito intestinal.
O ideal é tomar cerca de 500 ml de sucos detox diariamente, juntamente com uma alimentação saudável, para que os efeitos dos vegetais sejam potencializados.
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Suco verde de couve, limão e pepino

Cada copo de 250 ml de suco tem aproximadamente 118,4 calorias.
Ingredientes
  • 1 folha de couve
  • suco de ½ limão
  • 1/3 de pepino sem casca
  • 1 maçã vermelha sem casca
  • 150 ml de água de coco
Modo de preparo: Bater todos os ingredientes no liquidificador, coar e beber a seguir, de preferência sem açúcar. Veja os benefícios do pepino e saiba porque ele emagrece.

FONTE: https://www.tuasaude.com/suco-detox/

APRENDA E FAÇA ESSE E OUTROS SUCOS DETOX ! ACESSE>> http://bit.ly/receitariadetox

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Papinhas para Bebês, saiba mais!



A partir dos quatro meses novos alimentos podem ser introduzidos ao bebê se não for possível apenas amamentá-lo. Nutrição e muito amor, tudo que seu filho precisa para crescer saudável.

  • O quarto mês do bebê é quase sempre aquele em que as mães voltam ao trabalho após a licença maternidade. Com a diminuição do tempo de amamentação, faz-se necessário incluir outros alimentos à dieta do bebê. O pediatra deve ser a primeira fonte de informações para este período de transição. É fundamental saber como está à saúde geral do seu filho.
  • 4 a 6 meses

  • Geralmente a introdução de papinhas na dieta do bebê começa pelas frutas. Escolha as mais suaves como maçã, banana, pera e mamão, que devem ser servidas raspadas ou amassadas. Com um sistema digestivo sensível e ainda imaturo dê as frutas uma de cada vez, pois se acontecer alguma reação inesperada, será mais fácil saber qual a provocou e excluí-la do cardápio do bebê. A introdução das frutas deve ser entre as mamadas, já que ainda o leite materno deve ser a primeira fonte nutricional. As frutas também podem ser introduzidas em forma de sucos oferecidos em um copinho, melhor que usar mamadeira.
  • Algumas dicas:
    • Sirva o mamão sem as sementes. Mamão solta o intestino, não dê se a criança estiver com diarreia. Prefira a banana prata ou maçã raspadinhas.
    • Lave bem a casca e corte as frutas ao meio para raspar, já a banana e o mamão podem ser amassados.
  • 6 a 8 meses

  • Após os seis meses continue amamentando e introduza novos alimentos. É hora de começar com as papinhas salgadas. Para começar utilize um legume e um vegetal folhoso. Após 15 dias acrescente mais um legume. Utilize pouquíssimo sal para evitar sobrecarregar os rins do seu bebê.
  • 1. Papinha de mandioquinha com agrião

  • Ingredientes: Meia mandioquinha média, 5 folhas de agrião, um pedaço pequeno de cebola, uma pitada de sal, uma colher (café) rasa de óleo vegetal de milho ou girassol.
  • Modo de preparo:
  • Descasque a mandioquinha, lave bem e coloque para cozinhar junto com as folhas de agrião também lavadas, a cebola, o sal e o óleo. Cozinhe até a mandioquinha ficar bem macia.
  • Dicas:
    • Prefira usar água filtrada para cozinhar.
    • Quando estiver macia, amasse a mandioquinha, as folhas e os pedacinhos de cebola com um garfo.
    • Pode-se também passar o alimento numa peneira ou processador. Evite o liquidificador, pois prejudica a criança conhecer o sabor de cada alimento separadamente.
    • A cada refeição sirva um legume e uma folha diferente. Use cheiro verde.
  • Introduzindo as proteínas


  • A partir do sexto mês pode-se acrescentar gema de ovo, cozida, ou carne desfiada. Comece com meia gema e uma colher de sopa de carne desfiada.

  • 2. Papinha de carne com batata e chuchu

  • Ingredientes: Um bife pequeno de carne magra ou 2 sassamis cortados em cubinhos, uma batata média descascada e cortada em cubinhos, ½ chuchu descascado e cortado em cubinhos, água, sal, 1 dente de alho amassado.
  • Modo de preparo:
  • Refogue a carne ou sassami em uma colher (café) de óleo vegetal e o alho amassado. Coloque uma pitada de sal e deixe dourar. Acrescente a batata e o chuchu. Cubra com água e deixe cozinhar com a panela tampada até que os legumes estejam macios. Retire a carne, amasse os legumes com um garfo e coloque salsinha picada.
  • A partir dos 8 meses a carne já pode ser ingerida.
  • 3. Sopinha de macarrão

  • Ingredientes: 100 gramas de carne magra tipo coxão mole, 100 gramas de macarrão anelzinho ou ave-maria, 2 colheres de sopa de cenoura ralada, ¼ de cebola branca picadinha, 1 dente pequeno de alho amassado, ½ tomate sem pele e sem sementes picado. Água filtrada, suficiente para cobrir tudo e cozinhar o macarrão, cheiro verde picadinho, 1 colher (café) de azeite extravirgem.
  • Modo de preparo:
  • Coloque a carne, a cenoura, a cebola, o tomate e o dente de alho amassados em uma panela e cubra com a água filtrada. Coloque o azeite e uma pitada de sal. Deixe cozinhar até que os legumes e a carne estejam macios. Retire a carne, passe no processador e coloque novamente no caldo com os legumes e acrescente o macarrão. Cozinhe novamente mexendo de vez em quando até o macarrão ficar bem macio.
  • Também podem ser acrescentados nesta idade alimentos diferentes, como cereais e leguminosas, e peixe à dieta do bebê. Se quiser algo mais elaborado, a receita a seguir é deste blog.
  • 4. Lentilha Divina

  • Ingredientes: 200g de carne orgânica, coxão mole, sem gordura, 1 copo de Lentilha verde, menor e mais saborosa que a tradicional, 1/2 cenoura grande, 1/4 cebola branca, 1 talo de aipo, 1 colher de chá de alho desidratado.
  • Modo de preparo:

  • Pique a cenoura e a cebola em brunoise, ela não será amassada, deixando o aipo inteiro, ele será descartado após o cozimento. Jogue tudo na panela e cubra de água. Acrescente água conforme necessário. Retire a carne quando estiver cozida, triture e volte-a para a panela. Acrescente o alho desidratado e cozinhe até a lentilha estar totalmente macia.
  • 9 a 12 meses

  • Nesta fase o bebê já almoça e janta, e come papinha de frutas como lanche. Não deixe de amamentar.
  • 5. Papinha de feijão, carne e legumes

  • Ingredientes: 50 gramas de carne de boi moída, 2 colheres (sopa) de feijão cozido, 1 colher (café) de óleo vegetal de milho ou girassol, 1 dente de alho pequeno esmagado, ¼ de cebola branca picada, ½ mandioquinha descascada e picada, 1 fatia fina de moranga descascada e picada, 1 colher rasa (café) de sal, 250 ml de água.
  • Modo de preparo:
  • Refogue o alho e a cebola no óleo vegetal, coloque a carne moída e deixe refogar um pouco. Acrescente os legumes picados, o sal e a água. Deixe cozinhar até os legumes ficarem macios. Sirva a sopinha de carne e legumes com o feijão cozido. Não é mais necessário amassar.
  • 12 meses e acima

  • Seu filho já pode comer o mesmo que a família come, porém evite os temperos mais fortes, alimentos gordurosos e de consistência dura.
  • Um dos obstáculos alimentícios que muitas mães encontram é introduzir o peixe no cardápio do bebê. Com cuidados esse problema pode ser resolvido. Use filé de merluza desfiado com as mãos, pois pode ter uma espinha ou outra, ou filé de Saint Peter que não tem nenhuma.
  • 6. Papinha de peixe com legumes

  • Ingredientes: 50 g de peixe sem espinha; escolha o mais acessível de acordo com a região, 1 colher de chá de cebola picada, 2 colheres de sopa de batatinha que equivale a 1 batata pequena, 2 colheres de sopa de chuchu, o mesmo que 1/2 chuchu, 1 colher de sopa de couve picada ou espinafre, 250 ml de água, 5 ml de óleo.
  • Modo de preparo:
  • Em uma panela pequena, refogue o peixe em cubos e a cebola. Acrescente os demais ingredientes. Cubra com água e tampe a panela. Deixe cozinhar em fogo médio até que os ingredientes fiquem macios e com pouco caldo. Amasse com um garfo, acrescente um fiozinho de óleo, ou uma colher (de chá) e sirva.
  • Como as orientações são dadas primeiramente pelo pediatra, siga o que ele disser, mas você pode encontrar muitas dicas na web. Como orientação geral veja este link sobre "Papinha".

  • Lembre-se que nenhuma das receitas apresentadas substitui o leite materno. O Ministério da saúde recomenda que a criança seja amamentada até os dois anos de idade.

  • FONTE: https://familia.com.br/945/6-receitas-de-papinhas-para-bebe
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  • Vegano? Saiba mais!!

    O veganismo, movimento que vem ganhando cada vez mais adeptos, é uma filosofia, um estilo de vida que, entre outras coisas, busca excluir todas as formas de exploração e crueldade para com os animais na alimentação, vestuário ou em qualquer outra forma.
    Quando falamos em dieta vegana, esta dispensa qualquer produto ou alimento que seja derivado em parte ou totalmente de animais, seja com o abate, derivado de produção animal como ovos e leite, ou mesmo cosméticos testados em animais.
    Ao cogitar adotar uma alimentação vegana, muitas pessoas apenas consideram o lado restritivo da alimentação, crendo muitas vezes na falta de variedade e opções de refeições, o que não condiz com a realidade. Cada vez mais receitas veganas são elaboradas e difundidas pelos adeptos desta prática.
    A alimentação vegana, é rica e variada e inclui fontes de proteínas suficientes para a necessidade do corpo humano. Para demonstrar as possibilidade e variedades de pratos, confira as receias a seguir e comprove a riqueza deste tipo de alimentação:
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    Ingredientes
    2 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
    2 xícaras (chá) de açúcar
    1/2 xícara (chá) de óleo vegetal
    1 colher (sopa) de fermento em pó
    2 colheres (sopa) de cacau em pó
    Essência de baunilha à gosto (opcional)
    Água o suficiente para deixar a massa homogenia
    Chocolate granulado (sem vestígios de leite)
    Coco ralado (opcional)
    Cobertura
    1 colher (sopa) de cacau em pó
    1 colher (sopa) de creme vegetal
    3 colheres (sopa) de açúcar
    1 colher (sopa) de amido de milho dissolvido em 1/2 xícara de água
    1 copo de água (se quiser mais calda, aumente a quantidade de água)
    Modo de preparo
    Bata todos os ingredientes menos o granulado e o coco. Pessoal eu geralmente bato a massa manualmente, mas podem bater tudo no liquidificador mesmo. Depois de ter batido bem unte uma forma e leve ao forno para assar de 15 a 20 minutos, o tempo varia de acordo com cada forno.
    Enquanto isso faça a cobertura, leve todos ingredientes ao fogo mexendo bem até desgrudar do fundo da panela. O amido de milho serve para dar uma engrossada na cobertura, se achar necessário dissolva mais amido na água fria para não empelotar e coloque na cobertura que está ao fogo.
    Deixe esfriar um pouco e depois coloque por cima do bolo já assado, polvilhe com chocolate granulado, e se quiser salpique coco ralado por cima, e está pronto.

    APRENDA RECEITAS COMO ESSAS EM: http://bit.ly/receitariavegana


    FONTE: https://www.dicasdemulher.com.br/receitas-veganas/

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    quinta-feira, 19 de abril de 2018

    Cuidados de Enfermagem no Deslocamento Prematuro de Placenta

    ENFERMAGEM (MATERNO-NEONATAL)..


    Deslocamento Prematuro da Placenta.
    Introdução:

    Placenta é o órgão pelo qual acontece as trocas fisiológicas entre a mãe e o feto. Através dela o feto se alimenta,e respira e excreta produtos do seu organismo.O descolamento de placenta ocorre quando a placenta se desprende do útero.Acontece em 1% das mulheres grávidas e é percebida por dores abdominais,sangramento e dores na palpação abdominal.

    Conceito: 

    Descalamento prematuro da placenta é uma patologia obstétrica em que ocorre separação inopinada,intempestiva eprematura da placenta,normalmente inserta após a vigésima ou vigésima primeira semana de gestação.Geraalterações fisiológicas uterinas,decoagulação,renais e hipofisárias.

    Causas:

    A causa exata não é conhecida,existem fatores contribuintes:

    -Idade materna avançada.
    -Amniocentese.
    -Hipertensão arterial crônica ou gestacional.
    -Diabetes melito.
    -Deficiência dietética
    -Multiparidade

    -Pressão do útero aumentada sobre a veia cava inferior.
    -Cordão umbilical curto.
    -Tabagismo ou uso de cocaína.
    -lesão traumática.

    Sinais e Sintomas:

    A gestante relata dor abdominal de intensidade variável,perda de sangue vermelho escuro.Dependendo da extensão da separação da placenta e da quantidade de sangue perdido,poderá haver presença ou ausência de bcf,hipotensão eevoluir para complicações como hemorragia,choque,coagulação intravascular disseminada (CID)e morte materna e fetal.

    Fator de Riscos:

    Descolamento prematuro da placenta leve (separação mínima):
    -Sangramento vaginal leve a moderado (pode nãoocorrer).
    -Desconforto abdominal baixo vago.
    -Dor à palpação abdominal leve e moderada.
    -A monitoração fetal pode iniciar irritabilidade uterina.
    -Batimentos cardíacos fetais fatores e regulares.
    Descolamento Prematuro da placenta moderado (separação placentário de cerca de 50%):
    -Dor abdominal contínua.
    -Sangramento vaginal moderado,vermelho escuro (pode não ocorrer).
    -Inicio dos sintomas intenso e subito.
    -Sinais vitais podem indicar choque iminente.

    -Ùtero doloroso à palpação,cuja consistência é firme entre as contrações.
    -Batimentos cardíacos fetais pouco audíveis ou irregulares e bradicárdicos.
    -trabalho de parto que em geral,começa em 2 horas e evolui com rapidez.

    Descolamento Prematuro da Placenta (separação de 70% da placenta,resultado em descolamento completo).

    -Inicio súbito de dor uterina intensa e constante.

    -sangramento vaginal moderado.
    -sinais vitais que indicam choque cardíacos fetais.
    -Ùtero doloroso a palpação associado à rigidez em tabua do abdome.
    -Possível aumento de tamanho do útero em descolmento graves ocultos.
    Graus de Separação Placentária no Descolamento Prematuro da Placenta.

    -Separação Leve:
    (sangramento interno entre a placenta e a parede uterina caracteriza a separação leve).

    Separação moderada:
    (na separação moderada,ocorre hemorragia externa pela vagina).

    Separação grave:
    (hemorragia externa também é uma característica da separação grave ).

    Diagnóstico:

    Será clinico e ser houver a possibilidade da realizalção de USG,para achados de áreas retro-placentária hipocogênica,que corresponde ao hematoma retroplacentário.
    Exame ginecológico para excluir placenta previa;
    Exames laboratorias como:hemograma e plaquetas.

    Tratamentos:

    -Avaliação,controle e reposição do sangue perdido.
    -Parto de um recém nascido viável.
    -Prevenção de distúrbios da coagulação.
    -Se a separação da placenta é grave e não há sinais de vida fetal,deve se induzir o parto por via vaginal,a menos que ele esteja contra por hemorragia não controlada ou outras complicações.

    Cuidados de Enfermagem:

    -Insira um cateter urinário de demora e monitorize o balanço hídrico.
    -Obtenha amostras de sangue para dosagem de hemoglobina e hematócrito,coagulograma,grupo sanguíneo prova cruzada,como prescrito.
    -Forneça apoio emocional durante o trabalho de parto.
    -Dê informações sobre o progresso e o estado do feto durante o trabalho de parto.
    -Incentive a cliente a verbalizar seus sentimentos.
    -Ajude a cliente a desenvolver estratégia efetivas de enfretamento.
    -Adiministre liquidos e hemoderivados IV.
    -monitore sinais vitais da cliente ,incluindo apressão venosa central.
    -Pesquise sangramentos vaginal.
    -Aplique a monitoração eletrônica da frequência cardíaca fetal.
    -Monitore a frequência,a intensidade,e o tônus de repouso das contrações uterinas.

    -Monitore o progresso do trabalho de parto .
    -Encaminhe a cliente para acnselhamento profissional, se indicado antes da alta.

    Conclusão:

    A mortalidade mterna pode chegar 3% dos casos e a fetal a 90%.Quando há chance de sobrevivência do bebê por tratamento é a trnsfusão de sanguínea e a cesariana.Se mesmo após a retirada do bebê por cesariana o úteronão se contrai e não pára de sangrar,é necessária a cirurgia para a retirada do útero(histerectomia),evitando,assim,o óbito materno (morte da mãe)por sangramento.


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    quarta-feira, 11 de abril de 2018

    Aspiração Traqueal - Fundamentos em Enfermagem

    ESTUDOS PARA ENFERMAGEM VEM TRAZENDO UM ASSUNTO QUE CAUSA INSEGURANÇA EM ALGUNS PROFISSIONAIS E RECÉM-FORMADOS, NO ENTANTO, MESMO QUE PAREÇA DIFÍCIL, O PROCEDIMENTO NÃO É COMPLEXO, DEVEMOS ATENTAR PARA TÉCNICAS ESTÉREIS.
    A aspiração é a aplicação de sucção ao trato respiratório do paciente para ajudá-lo a remover secreções líquidas ou espessas das vias aéreas superiores e inferiores, quando o paciente não tem condições de removê-las sozinho.
    A aspiração das vias aéreas superiores pode envolver o nariz, boca e orofaringe. A aspiração das vias aéreas inferiores envolve basicamente a traqueia e, ocasionalmente, a aspiração profunda envolve os brônquios direito e esquerdo.

    • Bandeja
    • Sonda de aspiração traqueal estéril – nº 14 ou 16 (adulto), nº 8 ou 10 (criança)
    • Compressa gaze estéril
    • Pares de luvas estéreis
    • Pares de luvas procedimento
    • Solução fisiológica 10 ml
    • Aspirador
    • Frasco de aspiração
    • Máscara cirúrgica
    • Óculos de proteção lateral

    PROCEDIMENTO

    1. Higienize as mãos
    2. Reúna o material na bandeja
    3. Explique o procedimento ao paciente
    4. Coloque o paciente em posição de semi-Fowler
    5. Conecte o aspirador ao frasco coletor
    6. Calçar luva de procedimento na mão não dominante e luva estéril na mão dominante.
    7. Segurar a sonda de aspiração com a mão dominante
    8. Com a mão não dominante clampear a extensão de látex e introduzir a sonda com a mão dominante até encontrar resistência ou ocorrer tosse por estimulação
    9. Desclampear a extensão para que ocorra a aspiração da secreção
    10. Retirar lentamente a sonda, realizando movimentos circulares. Esta etapa não deve exceder a 10s
    11. Retirar as luvas
    12. Lavar as mãos
    13. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar (conforme decisão do COREN-SP-DIR/001/2000)
    14. Registrar o procedimento em planilha de produção
    15. Manter a sala em ordem
    FONTE: 
    http://aenfermagem.com.br/procedimentos/aspiracao-traqueal/


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    segunda-feira, 9 de abril de 2018

    Porque parar de fumar?





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    Questões como mau hálito e cheiro de tabaco na pele e roupas é um bom motivo para abandonar o vício!


    A quantidade de doenças relacionadas ao cigarro e os malefícios que ele traz à
     saúde não são novidade para ninguém. Conforme a Organização Mundial da Saúde
     (OMS), fumar mata mais de 7 milhões de pessoas por ano em todo o mundo e
     é a principal causa evitável de doenças não transmissíveis.

    No entanto, ter acesso a essas informações, em muitos casos, não é suficiente para convencer alguém a tentar parar de fumar, já que há casos de pessoas que fumam a vida inteira e não adoecem. Em Porto Alegre, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o percentual de fumantes na população com mais de 18 anos é estimado em 16,4%.
    Para a médica especialista em dependência química Irma Rossa, às vezes a ideia de ficar doente fica muito distante de quem fuma. Por isso, ela acredita que usar as questões que influenciam no cotidiano como o mau hálito e o cheiro causado pelo tabaco na pele e nas roupas possam ser bons argumentos para deixar o tabagismo.
    – Além das questões relacionadas à saúde, o cigarro é causador da marca conhecida como código de barras nos lábios, faz mal à pele, causa rugas de expressão no entorno dos olhos, mau hálito, dentes amarelados e deixa um cheiro desagradável que é indisfarçável. Essas questões são visuais e mais imediatas, por isso, podem ser determinantes para tentar abandonar o vício – afirma a médica.
    A especialista dá cinco dicas para quem quer parar de fumar.
    1. Faça uma lista comparativa com razões para fumar e razões para deixar de fumar. Provavelmente, as razões para deixar de fumar serão maiores.
    2. Marque uma data para parar de fumar que seja próxima, no máximo nos próximos seis meses.
    3. Informe-se e prepare-se para a síndrome de abstinência dos primeiros dias sem o cigarro. Procure formas de evitar voltar a fumar.
    4. Converse com outras pessoas que pararam de fumar. Peça dicas de como elas conseguiram.
    5. Peça ajuda em locais que oferecem atendimento como grupos de apoio ao tabagismo disponíveis em postos de saúde ou oferecidos por operadoras de planos de saúde. Alguns remédios também podem auxiliar.
    Confira os benefícios associados ao fim do tabagismo:
    - Em 20 minutos: a pressão arterial volta ao normal e a frequência do pulso cai aos níveis normais. A temperatura nas mãos e nos pés aumenta até chegar aos níveis considerados normais.
    - Em oito horas: os níveis de monóxido de carbono no sangue chegam aos valores normais e o nível de oxigênio aumenta.
    - Em 24 horas: o risco de se ter um acidente cardíaco relacionado ao fumo diminui.
    - Em 48 horas: os sentidos de olfato e paladar melhoram.
    - De duas semanas a três meses: caminhar torna-se mais fácil e a função pulmonar melhora em até 30%.
    - De um a nove meses: os sintomas comuns em fumantes, como tosse, ronquidão, congestão dos seios da face, fadiga e falta de ar ficam mais tênues. A pessoa fica mais disposta para realizar atividades que requerem bastante energia.
    - Em um ano: o risco de doenças ligadas a males do coração cai pela metade, em relação a um fumante.
    - Em cinco anos: a taxa de mortalidade por câncer de pulmão diminui em pelo menos 50%. Depois de cinco a 10 anos sem fumar, o risco de AVC é reduzido aos níveis de não-fumantes. O risco de câncer na boca, garganta ou esôfago diminui pela metade, quando comparado ao de um fumante.
    - Em 10 anos: a taxa de mortalidade por câncer de pulmão se torna igual a de quem nunca fumou. As células pré-cancerosas são substituídas por outras saudáveis. Os riscos de câncer na boca, garganta, esôfago, bexiga, rim e pâncreas diminuem.
    - Em 15 anos: os riscos de uma pessoa morrer por doenças relacionadas a problemas no coração se tornam iguais aos de uma pessoa que nunca fumou.

    FONTE: 
    https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/vida/noticia/2017/05/cinco-dicas-para-parar-de-fumar-9803982.html

    PORQUE NÃO COMEÇAR DO ZERO E TER VIDA NOVA E COM MAIS SAÚDE? QUER SABER COMO? http://bit.ly/fumarstop

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    segunda-feira, 2 de abril de 2018

    Cabelos longos, como tratá-los e manter-los!


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    Independente de ser liso, cacheado ou crespo, para manter os cabelos compridos bonitos, brilhantes e bem hidratados, é preciso ter atenção redobrada com os fios. Isso porque quanto mais longo o cabelo, significa que mais tempo de vida ele tem. Confira agora algumas dicas e saiba como ter e cuidar de cabelos compridos.
    Muitas mulheres acham que para ter os cabelos compridos dos sonhos basta abandonar de vez a tesoura e esperar o crescimento. No entanto, este é um dos principais erros cometidos, pois com o tempo as pontas dos fios ficam agredidas e devem ser aparadas. Principalmente se houver pontas duplas, que impedem o crescimento, deixam os fios mais fracos e mais sensíveis.
    Hidratar os cabelos a cada 15 dias é essencial não só para quem possui química ou tintura, mas até para os fios virgens. Se as mechas já estão bastante danificadas, prefira hidratar toda semana.
    Para evitar que os fios fiquem com aspecto engordurado, principalmente os cabelos oleosos, é aconselhável aplicar o creme apenas nas pontas.
    Garanta melhores resultados na hidratação investindo em produtos específicos para o seu tipo de cabelo e, de preferência, visite o salão de beleza pelo menos a cada dois meses para fazer tratamentos como a cauterização ou plástica capilar, que tem como objetivo devolver aos fios a estrutura capilar, garantindo mais força e maciez. Se preciso, retire apenas as pontinhas ressecadas.
    Para evitar que os fios quebrem com facilidade, é necessário lavar delicadamente e na forma correta. Aplique o xampu na palma das mãos e em seguida no fios, sempre no sentido a partir do couro cabeludo até as pontas, massageando com a ponta dos dedos. Feito isso, enxágue bem para que não fique nenhum resíduo do produto nos fios.
    Os cabelos longos geralmente ficam embaraçados nas pontas, por isso é necessário ter muita paciência para retirar os nós delicadamente. Para que os nós saiam com maior facilidade, é recomendado desembaraçar os cabelos no banho mesmo, basta aplicar um pouco de condicionador nas pontas e em seguida, escovar. Use sempre uma escova quadrada no estilo raquete, que contém dentes flexíveis que não agridem os fios.
    Nem pense em prender e muito menos dormir com os cabelos molhados, pois eles ficam bastante flexíveis e podem se quebrar. O ideal é retirar o excesso da água com uma toalha para depois secar os fios com a ajuda do secador. Se tiver muita preguiça, aguarde até que os cabelos sequem naturalmente.
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    Mulheres que gostam das mechas compridas sempre lisas e com efeito chapado devem ter cuidados mais que redobrados para que os fios não fiquem com pontas duplas, ressecadas, quebradiças, com frizz e, no caso das que usam tintura, a preocupação deve ser com a aparência desbotada. A dica para manter os cabelos sempre bonitos mesmo usando aparelhos térmicos é apostar em produtos como protetor térmico, silicone, reparador de pontas e defrizante antes e depois de usar o secador ou chapinha.
    Se a sua intenção é fazer com que os fios cresçam rapidamente, é preciso abandonar os procedimentos como mechas, reflexos e alisamentos, que podem agredir bastante os fios retardando o seu crescimento.

    FONTE: https://www.dicasdemulher.com.br/como-ter-e-cuidar-de-cabelos-compridos/

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    segunda-feira, 19 de março de 2018

    Escala de Glasgow e Ramsay

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    Quem nunca ouviu dentro do CTI a pergunta: “Qual o Glasgow do paciente do Leito X?”, sendo que o mesmo está sedado? No entanto, sabemos que essa é uma pergunta sem resposta direta.
    Apenas para relembrar, a Escala de Coma de Glasgow é uma ferramenta mundialmente conhecida e validada para avaliação neurológica de pacientes.  Ela é composta pela avaliação de 3 respostas: Abertura Ocular, Resposta Motora e Resposta Verbal. 

    Mas… A Escala de Glasgow só pode ser aplicada a pacientes sem sedação, afinal os sedativos prejudicam as respostas avaliadas na ECG.
    Nessa situação, as duas escalas mais usadas são as Escalas de Ramsay e RASS, que avaliam o nível de sedação.
    Na Escala de Ramsay, é necessária uma avaliação do estado do paciente e atribuída uma classificação de acordo com os critérios:
    Grau 1: paciente ansioso, agitado;
    Grau 2: cooperativo, orientado, tranqüilo;
    Grau 3: sonolento, atendendo aos comandos;
    Grau 4: dormindo, responde rapidamente ao estímulo glabelar ou ao estímulo sonoro vigoroso;
    Grau 5: dormindo, responde lentamente ao estímulo glabelar ou ao estímulo sonoro vigoroso;
    Grau 6: dormindo, sem resposta;
    Um ponto a ser destacado, é que a Escala de Ramsay tem poucos níveis de avaliação para o paciente “acordado” e enquadra na mesma categoria o “paciente ansioso” e o “paciente agitado” que, no manejo clínico, possuem diferentes abordagens.

    Um grande benefício na sua utilização, deve-se à avaliação em relação ao Dellirium, uma condição muito frequente na UTI. A CAM-ICU (Confusional Assessment Method – Intensive Care Unit), que é a escala utilizada nessa avaliação, tem o RASS como um critério anterior a sua aplicação. A aplicação da CAM-ICU é indicada quando o RASS for superior a -4, ou seja, estiver entre -3 e +4.
    Um grande abraço e uma excelente semana!
    FONTE: http://www.fisiocti.com/site/glasgow-x-ramsay-x-rass/


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